domingo, 31 de julho de 2011

PEÇAS E POESIAS PARA O DIA DOS PAIS

PEÇAS E POESIAS PARA O DIA DOS PAIS
       DESCONHEÇOO AUTOR: QUEM SOUBER E PUDER INFORMAR, DAREI O DEVIDO CREDITO.

A MAIS SUBLIME LIÇÃO
(jogral  - 5 crianças)

1ª criança- A glória dos filhos são os pais e os filhos a herança do Senhor.
Todos- Crianças, agradeçamos a Deus neste dia, pelos pais, pelos filhos, pelo amor.
2ª criança- Guarda o mandamento do teu pai- é o conselho do grande Salomão que acrescenta com sabedoria:
3ª criança- O filho sábio do pai ouve a instrução.
4ª criança- O Senhor disciplina a quem ama como o pai ao filho a quem quer bem.
5ª criança- Corrigindo-os com entendimento, visando a glória de uma vida além.
1ª criança- Como um pai se compadece do seu filho também o nosso Deus assim o faz- se compadece daqueles que O temem.
Todos- Dando-nos bênçãos de perdão e paz!
2ª criança- O pai do justo se regozijará; seu coração se enche de alegria.
3ª criança- Pois teme o seu filho ao Senhor, que é o princípio da sabedoria.
4ª criança- Vós filhos, obedecei a vossos pais  no Senhor.
5ª criança-Não provoqueis, ó pais, os vossos filhos, criai-os nos caminhos do Senhor.
Todos- E crescendo não se desviarão pra honra e glória do Seu Criador.


             
                                     CONSELHOS A UM JOVEM PAI
(Jogral dramatizado para 5 pessoas)

Os personagens ficam à frente da congregação:
Jovem pai
Pai experiente, mais velho
Mãe
Menino
Menina
O pastor também participa da apresentação

Pastor-  Você, jovem pai, alegrou-se com o nascimento dos seus filhos. Quando Deus lhos concedeu, certamente você sentiu que grandes responsabilidades lhe estavam sendo impostas, não só a de sustentar e proteger a vida das crianças, mas, também, a responsabilidade de orientá-los e guiá-los no caminho do Senhor.
Jovem Pai- Sim, é verdade. E que farei para sair-me bem dessa incumbência?
Pastor- Escute o conselho do rei sábio Salomão:
Todos- “Dize à sabedoria: tu és minha irmã; e à prudência chama tua parenta.”
Pai experiente- Jovem pai, sabedoria e prudência ~soa companheiras inseparáveis, principalmente no que diz respeito à educação dos filhos.
Pastor- Mas, lembre-se de que a sabedoria  não consiste na cultura secular que você adquiriu. A sabedoria é filha da consciência cristã, do convívio com a Palavra de Deus, da atitude de oração.
Pai experiente- A prudência não significa ceder, mas agir na hora certa, e sem deixar-se dominar pela ira.
Pastor- Não castigue os seus filhos pelo valor do prejuízo que ele causou, por exemplo, quando um deles quebrou o lindo jarro da sala; isso seria imprudência. Castigue-o pela responsabilidade que lhe coube no incidente.
Todos- A sabedoria e a prudência não decepcionam os filhos ao receberem a disciplina.
Pastor- Não se descuide, jovem pai, de ensiná-los a serem honestos e verdadeiros.
Mãe- Um dia desses, alguém que você não desejava receber, bateu à porta. Aborrecido, você mandou uma das crianças dizer que você não estava em casa.
Pastor- Se você ensinar seus filhos a mentirem, só porque não quer receber certa visita, eles logo aprenderão que a mentira é a maneira mais fácil para sair-se bem de  alguma dificuldade, até mesmo para encobrir os próprios erros. Assim, você poderá estragar a formação do caráter deles.
Jovem Pai – Que o Senhor me livre de contribuir para a má formação de meus filhos. Quero educá-los nos Seus santos caminhos.
Pastor – Pois os ensine, desde os mais tenros anos, a amar a casa do Senhor. Aqui, eles receberão preciosos ensinamentos da Palavra de Deus e terão um convívio sadio.
Mãe- Certo domingo, pela manhã, você disse aos seus filhos: “vão à igreja, meus filhos, hoje é domingo”. Mas você mesmo não foi!
Menina- Eu fui sozinha com meu irmão. Fiquei muito triste!
Menino- Por que você não foi, papai?
Jovem Pai- Ora,  meu filho! Nem sei...
Pai experiente- Você, jovem pai, deve dizer:”Vamos à igreja” e ir com eles. O exemplo é a  lição mais eficiente. Somente palavras e teorias os cansarão.
Jovem Pai- Ensina-me, Senhor, a sentir como Davi quando exclamou:”Alegrei-me quando me disseram:Vamos à casa do Senhor”. Que eu possa transmitir essa alegria aos meus filhos.
Pai experiente- Lembro-lhe, também, jovem pai que, tanto quanto possível, seja companheiro deles, não apenas nas horas de lazer, mas em todas as circunstâncias da vida, aconselhando-os com amor. É verdade que seus filhos terão amiguinhos que lhes serão companhia agradável e alegre. Ninguém, todavia, o substituirá junto deles. Seus filhos lhe sentirão a falta e se queixarão. Escute as queixas deles agora mesmo:
Menina- Por que você, papai, não conversa comigo?
Menino- Por que você não me leva a passear nos feriados?
Pastor- Se você não for o companheiro e o conselheiro dos seus filhos, eles também não o procurarão quando ingressar na vida. Buscarão os amigos que lhes estenderem a mão quando se sentirem sozinhos. E o que essas pessoas aconselharão?
Todos- como é grande a sua  responsabilidade jovem pai?
Jovem Pai- Direi  como o rei Salomão:”Dize à sabedoria: tu és a minha irmã e à prudência chama tua parenta”. Rogo a Deus que me faça sábio e prudente para poder dar sólida educação cristã a meus filhos.
Pastor- Que seja esse o propósito de todo pai cristão.
Todos- Sim, Senhor.Que assim seja!


VOLTA AO LAR
(parábola do Filho Pródigo – Lucas 15.11-24)

Personagens:
1ª  parte: Narrador
                 Voz oculta (do filho mais moço)
                 Voz oculta  (do pai)
2ª parte: Filho mais velho
                1º servo
                2º servo
                Pai
                (todos usam trajes da época)

Cenário- cozinha de uma casa antiga. Mesa rústica, vasilhas de barro, facas de cozinha e outros utensílios. A um canto, algo que possa sugerir um forno antigo.

1ª Parte

(O narrador vai à frente, filho e pai estão ocultos)

Narrador- certo homem tinha dois filhos e o mais moço disse ao pai:
Voz do filho- Pai, dá-me a parte que me cabe dos bens.
Narrador- E ele repartiu  os haveres. Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante, e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente. Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome e ele começou a passar necessidade. Então ele foi e se agregou a um daqueles cidadãos daquela terra, e este o mandou para os seus campos a guardar porcos. Ali ele desejava fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam, mas ninguém lhe dava nada. Então, caindo em si, disse:
Voz do filho- Quantos trabalhadores de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui morro de fome! Levantar-me-ei e irei ter com meu pai e direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti, já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus trabalhadores.
Narrador- E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou e, compadecido dele, correndo, o abraçou e beijou. E o filho lhe disse:
Voz do filho- Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.
Narrador- O pai, porém, disse aos seus servos:
Voz do pai- Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés; trazei também e matai o novilho cevado. Comamos e regozijemo-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.
Narrador- E começaram a regozijar-se. Ora, o filho mais velho estivera no campo; e, quando voltava...

2ª Parte

(Dois servos entram carregando vasilhas de barro e utensílios de cozinha. Começam a preparar o banquete. Manejam grandes facões como se estivessem tratando a carne do bezerro cevado, dentro das vasilhas de barro. Um jovem entra, com roupa de trabalho, pára um pouco, escuta, admirado, as músicas vindas do interior da casa.)

Filho (surpreso)- Por que esta música? Estão preparando um banquete? (olha as atividades dos servos) Que está acontecendo aqui? Que festa é esta?
1º servo (abaixando-se junto ao forno para observar a bandeja que está a assar)- Seu irmão voltou.
2º servo (sempre tratando a carne)- Seu pai mandou matar o bezerro  que estávamos cevando e preparou uma grande festa para comemorar a volta dele.
Filho (visivelmente contrariado)- Ah! Então ele voltou? E meu pai vai dar uma grande festa! Mas não há razão para isto...
2º servo- Ora, patrãozinho, tanto tempo que o menino estava fora! Não fica alegre?
1º servo- Seu pai está muito feliz e deu ao seu irmão um rico manto, um anel e sandálias novas.
Filho (com muita rispidez)- Ah! Então meu pai vai comemorar o desperdício que meu irmão fez com sua fortuna?
1º servo- Não, não é isso! Seu pai quer  comemorar a volta dele. O patrãozinho não está contente?
Filho (ainda mais zangado) – Eu, contente? (vira as costas) . Não participarei desta festa! (muito revoltado) E sabem? Não entro mais nesta casa! (ao sair, encontra-se com o pai que vai entrando).
Pai ( encaminha-se para o filho, sorridente, esperando que ele compartilhe de sua alegria) – Meu filho, você já soube da novidade?  Não? Seu irmão voltou!
Filho – Já soube, sim...
Pai- Você não imagina como estou feliz!
Filho (cada vez mais irritado)- Imagino, sim...Pelos preparativos para a festa, que estou vendo...
Pai- Meu filho! É esta a sua reação diante de uma notícia tão maravilhosa? Você não acha que eu tenho razão para fazer esta festa? Você se esquece dos dias de angústia que passamos, sem saber do paradeiro do seu irmão?
Filho- Justamente por isto é que eu estou aborrecido, pai. Ele, por acaso, pensou no nosso sofrimento? Na certa, voltou porque não tem mais dinheiro para gastar...
Pai- Quanto pedi a Deus por este momento, meu filho! E você não entende a minha alegria...
Filho (contrafeito)- Entendo até certo ponto...mas, e eu, pai? Estive todo o tempo com o senhor, trabalhando, nunca lhe dei um desgosto...e quando foi que o senhor fez uma festa para mim? Nunca tive uma festa para alegrar-me com os meus amigos! Nunca, nunca, não foi?
Pai (conciliador)- Meu filho querido! Eu e você sempre nos entendemos. Trabalhamos juntos com os mesmos propósitos e você sabe que tudo o que é meu é seu também! Nunca soube que você desejava uma festa... e você acha que eu não faria uma se tivesse pedido?
Filho- Eu sei, pai, mas...
Pai (interrompendo)- Considere o significado da volta do seu irmão. Pensávamos que ele havia morrido e...de repente, ele voltou ao lar! Ele se arrependeu dos seus pecados e eu o perdoei. Ó, meu filho, seu irmão ESTAVA PERDIDO, e FOI ACHADO! Pense nisto: ele ESTAVA PERDIDO E FOI ACHADO! (Dá ênfase à frase final)



HOJE É TEU DIA...ESCUTA, PAPAI


MENINAS- Pela mamãe que escolheste para mim...
TODOS- Eu  te agradeço, papai!
MENINOS- Pelo meu lar e pedacinho do céu, que os dois construíram...
TODOS- Eu te agradeço, papai!
MENINAS- Pelo beijo que me dás, cada manhã, quando vais para o trabalho...
TODOS- Eu te agradeço, papai!
MENINOS- Pelo meu primeiro livro, quando entrei na escola...
TODOS- Eu te agradeço, papai!
MENINAS- Pelas broncas que me dás, de vez em quando ou de vez em sempre...
TODOS- Eu te agradeço, papai!
MENINOS- Pelas palmadas, poucas ou muitas, no lugar preciso e na hora certa...
TODOS- Eu te agradeço, papai”
MENINAS- Pelas tardes de sábado, domingo ou feriado que ficas em nossa companhia...
TODOS- Eu te agradeço, papai!
MENINOS- Pelo honrado nome que herdei, pelo que tenho de parecido contigo...
TODOS- Eu te agradeço, papai!
MENINAS- Porque tu és bom, generoso, terno, amigo, trabalhador  e corajoso...
TODOS- Eu te agradeço, papai!
MENINOS- Porque em tudo és um verdadeiro exemplo para a família e amigos...
TODOS- Eu te agradeço, papai!
MENINAS- Porque tu me ensinaste o caminho do bem e do dever...
TODOS- Eu te agradeço, papai!
TODOS- Nós te agradecemos, Papai do Céu, e Te pedimos que abençoes ricamente nosso papai, hoje e sempre. Amém.



QUANDO TEU FILHO TE PERGUNTAR....
RESPONDERÁS

Jogral

TODOS- Quando teu filho te perguntar...
1-      Responderás...
TODOS-  Responderás  que DEUS É AMOR.
2-      Se teu filho crescer acostumado a sentir em Deus um Pai amoroso e não tirano, diante de quem se deve chegar amedrontado, mais tarde ele O buscará sempre, pois confiará no amor divino.
1 e 3- Quando teu filho te perguntar...
TODOS-  Responderás que DEUS É FIDELIDADE.
3-      Se teu filho crescer acostumando-se a presenciar orações de gratidão por bênçãos recebidas, por respostas maravilhosas dadas a pedidos feitos com fé, mais tarde ele confiará  no Deus fiel e O confiará sempre.
1 e 2- Quando teu filho te perguntar...
TODOS- Responderás que DEUS É MISERICÓRDIA.
1-      Se teu filho crescer acostumando-se a ter em Cristo um amigo bondoso e verdadeiro, mais tarde ele O procurará sempre, pois verá que neste mundo não existe amigo igual.
2 e 3- Quando teu filho te perguntar...
TODOS- Responderás que DEUS PRECISA DELE.
2-      Se teu filho crescer acostumando-se a sentir que sua vida, seu tempo, seus talentos, seu dinheiro, seu tudo, são necessários ao desenvolvimento do reino de Deus, mais tarde ele não se negará a servir à causa de Deus e bem cedo responderá afirmativamente ao chamado do Espírito Santo.
1 e 3- Quando teu filho te perguntar...
TODOS- Responderás que DEUS É O CAMINHO.
3-      Se teu filho crescer acostumando-se a trilhar o caminho certo, mais tarde ele não se desviará dele, muito embora possa dar muitas voltas, pois conhecerá a estrada que conduz à Salvação.
TODOS- Porém, se teu filho não te perguntar,
1-      Mesmo assim, não olvides a tua responsabilidade como pai cristão, pois ele poderá não traduzir em palavras o que sente, mas ele vê, ouve e guarda tudo o que se passa ao seu redor.
2-      Fala-lhe, mostra-lhe, mas principalmente,
TODOS- PROVA-LHE com tua vida quanto lhe é ensinado,
3-      E terás cumprido fielmente a missão maravilhosa de preparar um filho para mais tarde ser um servo de Deus.
TODOS- “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele.” (Provérbios 22.6)


SER PAI 
 (jogral)

TODOS- Ser pai é procurar ser amigo, espelho e mestre do seu filho.
1-      É ter no coração a alegria de ser PAI.
2-      É ser feliz pelo simples privilégio de ter um ou mais filhos para com eles conviver.
3-      É chorar quando o filho chora.
4-      É sorrir quando o filho sorri.
1-      É sofrer quando o filho sofre.
2-      Ser pai é acordar bem cedinho,
3-      O pão de cada dia ganhar.
4-      Ser pai é ouvir, no final do dia, os filhos e a esposa perguntarem:
1-      Como foi o seu dia, papai?
2-      Está muito cansado?
3-      Esquecendo lutas e fadigas, ele abraça os filhos e ensina-os a orar:
TODOS-  “Graças Te dou, ó Deus, nosso Pai, pelo dia de trabalho e pelo pão que Tu nos dás”
2- Ser pai é ensinar aos filhos o caminho do Senhor.
3- É tornar-se como uma criança, para com o filho brincar.
4- É tornar-se adolescente, para com ele dialogar.
1- É tornar-se amigo do jovem, e de seus problemas participar.
2- Ser pai é incentivar, aconselhar...
3- É aos passos do filho acompanhar.
4- Nunca a falsidade usar, pois ser pai requer somente a verdade falar.
1- Ser pai, que pequenina frase!
2- Mas quanta responsabilidade!
3- Ser pai é com o filho participar de derrotas e vitórias;
4- Não só de sonhos, mas também de realidade...
TODOS- PAIS: Ensinem a seus filhos o caminho em que devem andar, e ainda quando forem velhos, não se desviarão dele.


UM HOMEM FELIZ
(Jogral inspirado no Salmo 128)

TODOS- Papai, você é um homem feliz!
1-      É feliz porque teme ao Senhor
2 e 4- e anda nos seus caminhos.
TODOS- Papai, você é um homem feliz!
2-      porque vive do seu trabalho honesto
1 e 3- e sente prazer no que faz.
TODOS- Papai, você é um homem feliz
3-      porque tem uma esposa fiel como a mamãe
2 e 4 – que lhe deu filhos como nós ,
1 e 3- formando uma família alegre e barulhenta,
4- faminta e gulosa,
2 e 3- ao redor de uma mesa farta.
TODOS- Papai, você é um homem abençoado
1 e 4- porque teme ao Senhor.
2- Por isso, no seu dia, oramos de coração:
TODOS- Que o Senhor o abençoe desde os Céus,
3 e 4- para que veja a prosperidade de sua família
1- durante toda a sua vida;
2 e 3- veja a terceira geração – os seus netinhos,
TODOS- e veja a paz de Deus reinando no seu lar.

Graças dou, ó Deus, por meu pai.
Graças dou – contente ele vai
Passo a passo, andando na luz.
Ele é feliz porque tem Jesus!



POR FAVOR, PAPAIZINHO, VAMOS!

Uma garotinha, de olhos cintilantes,
Rostinho alegre, olhar resplandecente,
Assim falou: “Papaizinho, está na hora.
À Escola Dominical, vamos agora.
Lá, de Jesus, o amor eles ensinam,
De como Ele morreu, por todos que O buscam.”

“Ah!” diz o papai, “não...hoje não,
Pois trabalhei toda a semana; vou ao ribeiro.
Lá eu repouso e vou descansar.
A pesca é agradável, todos afirmam.
Vá saindo e não me aborreça...
Vamos à igreja qualquer dia.

Meses e anos, afinal se foram,
E o papai não mais ouviu o apelo:
“Vamos à Escola Dominical”!

Os dias da infância se passaram.
Agora que o pai envelhecera,
E que da vida o fim já se aproxima,
Tempo ele encontra para à igreja ir.
Porém, a filha, ao seu convite diz:

“Não...hoje não, papai,
Fiquei insone quase toda a noite.
Recuperar eu devo um pouco o sono.
Demais, o meu semblante assusta...”
Então, o pai para enxugar as lágrimas,
A trêmula mão levanta.

E relembrando os tempos que se foram,
Distintamente, parece ouvir a suplicante voz
E ver da criancinha o rosto resplendente
Pra si voltado, em cintilante olhar a lhe dizer:
“Está na hora da Escola Dominical...
Por favor... não queres ir, papai?”


A   NOITE   DA   VERDADE
(Peça em 1 ato)

PERSONAGENS

PAULO, o pai
ETEL, a mãe
MARCOS, o filho


CENÁRIO- Uma sala de residência.
INDUMENTÁRIAS- Comuns, da época atual.
ACESSÓRIOS- Uma Bíblia, óculos, algodão, e mercúrio para um curativo.

No início da peça, Paulo está em cena sentado, lendo a sua Bíblia e fazendo algumas anotações . Em seguida, entra Etel.

ETEL- Vou servir o jantar daqui a pouco, Paulo.
PAULO- Está bem, estou quase terminando este esboço.
ETEL- Você irá pregar amanhã, à noite?
PAULO- Não, pela manhã, no programa especial para o Dia dos Pais.

(Etel parece entristecer-se e anda de um lado para outro. Paulo percebe seu nervosismo, levanta-se e, em boca de cena, passa o braço ao redor dos ombros da esposa.)

PAULO- E então, Etel, o que há?
ETEL- Penso o quanto deve ser difícil, para você falar aos pais de nossa igreja tendo um filho tão...problemático.
PAULO- Você tem razão. Só mesmo pela infinita misericórdia de Deus.
ETEL- Marcos me preocupa, saindo com aquela sua turma onde não há um só rapaz ajuizado.
MARCOS, entrando- Aposto que estão falando a meu respeito.
PAULO- Você sabe que temos razões de sobra para ficarmos preocupados com você.
MARCOS, rindo- Ora, meu pai, é que hoje em dia já não fazemos programas tão ingênuos quanto os de sua época !
PAULO- E o que fazem então? Fumar, beber, depredar tudo como verdadeiros vândalos? Diga-me, Marcos, o que fez de seus estudos?
MARCOS- Mamãe ainda não lhe disse? Tranquei a matricula.
PAULO- E por quê?
MARCOS, sem jeito- Porque...sei lá, acho que ainda não estou bem certo se a medicina é mesmo uma boa carreira.
PAULO- E o que vai fazer de sua vida?
MARCOS- Aproveitá-la, meu pai, da melhor maneira possível.
ETEL- Bem, eu vou cuidar do jantar. (Sai)
MARCOS- Eu já estou de saída. O pessoal está à minha espera.
PAULO- Você irá à igreja amanhã, Marcos?
MARCOS, reprimindo o riso- Igreja!...Bem...pode ser, se eu não estiver com muito sono.
PAULO- Cuidado filho. Os caminhos que a juventude escolhe nem sempre são os melhores.
MARCOS, revoltado- Cuidado, cuidado! O senhor pensa que ainda sou um menino, pai? Sou um homem! Quer saber mais? Cuide de sua vida pacata de pregador de igreja e eu cuido da minha, entendeu? (Sai)
PAULO, sentando-se muito triste- “Meu Deus, que situação difícil! Eu o entrego em tuas mãos, Senhor. Que o meu filho possa abrir os olhos para a verdade. Amém.” (Apagam-se as luzes e Paulo sai)
NARRAÇÃO- E Marcos  foi juntar-se àqueles que considerava seus melhores  amigos – os piores rapazes do bairro. Esquecido da família e da existência de Deus, divertia-se à larga, sem dar importância a mais nada que não fosse aquela noite que parecia feita para a festa e a alegria.

Ainda com as luzes apagadas: música especial. Em seguida, Marcos entra pela porta que dá para a rua, com o rosto parecendo ferido.

MARCOS, gritando- Meu pai! Por favor, papai, preciso  falar-lhe! (Acendem-se as luzes e Paulo entra pela porta dos fundos, trazendo os óculos e a Bíblia na mão)
PAULO- O que foi, Marcos? Mas o que aconteceu com o seu rosto?
MARCOS, tocando o rosto ferido- Creio que estou machucado. (Nervoso) Puxa pai, foi horrível!
ETEL, entrando- O que houve, filho? (Assusta-se) Mas você está ferido!...
MARCOS- Não se preocupe, mãe. Eu...acho que mereci o que aconteceu.
PAULO, abraçando o filho- E o que aconteceu, Marcos?
MARCOS- O senhor tinha razão, como sempre ; tinha razão. Foi o seguinte: estávamos todos bebendo no bar e , de repente, começou uma confusão boba. Lúcio então resolveu sair quebrando tudo, copos, garrafas..., como louco. Creio que na confusão feriu gravemente o dono do bar. Alguém chamou a polícia e...
PAULO- ... E você conseguiu escapar, não foi?
ETEL- E como provar agora que não teve culpa?
MARCOS- Todos viram que foi o Lúcio quem começou tudo...
PAULO- Mas você estava junto e poderá ser incriminado também, não acha?
MARCOS, meio amedrontado- Não poderão provar nada contra mim.
ETEL- Eu vou buscar algo para fazer um curativo. (Sai)
PAULO- Meu filho, um homem é reconhecido pelo que faz e pelas companhias com quem anda. Diante da lei, você terá de provar que está inocente e eu não poderei fazer nada.
MARCOS, andando nervosamente de um lado para outro, como acuado- Mas você é um homem muito respeitado. É um médico, pai!
PAULO- Ainda esta noite você não considerava tão importante ser um médico...
MARCOS- Eu estava errado, pai. O senhor me perdoa?
PAULO- É claro, Marcos. Mas ainda assim terá de prestar contas com a justiça, se andou agindo errado.
MARCOS- Estive errado andando em companhia deles. Agora sei quem realmente são.
PAULO- Acha que os rapazes da igreja, que você considerava tão piegas, agiriam assim?
MARCOS- Não, sei que não. Eu... irei à igreja amanhã. Poderei pedir a minha reconciliação?
PAULO- Amanhã não teremos uma programação especial na igreja.
ETEL, entrando com o material do curativo- Amanhã é Dia dos Pais, Marcos.
MARCOS- Dia dos Pais? Puxa, eu tinha esquecido.
PAULO- Não importa, você já deu o presente: a sua decisão de mudar de vida.
ETEL, limpando o rosto do filho- Lembra-se de quando foi líder da mocidade em nossa igreja, filho? Nunca esteve tão feliz como naquela época.
MARCOS, fazendo uma careta de dor- Cuidado, mãe, está doendo. Você acha que a mocidade me elegeria outra vez?
ETEL- Sei que ficarão alegres com a sua volta.
MARCOS, nova careta- Mãe, devagar, está doendo.
PAULO, rindo- Não reclame, Marcos. Você já não é mais menino, é um homem. Lembre-se!
MARCOS, depois de submeter-se ao curativo, abraça o pai- Tem razão, pai, eu sou um homem. (Cena em estático: Pai e filho abraçados, e Etel rindo, ao lado, olhando o curativo no rosto de Marcos)
NARRAÇÃO- E no domingo, na festa do Dia dos Pais, Paulo falou animadamente do imenso amor de Deus e de quanto Ele ouve as orações de todos os pais que entregam os filhos em suas santas mãos. (As três personagens movimentam-se e podem cantar uma música especial em homenagem aos pais).



A     SURPRESA
(Peça em 1 ato)

PERSONAGENS:
ROBERTO, o pai
SARA, esposa de Roberto
DIOGO, filho do casal
RODRIGO, idem
FERNANDA, filha do casal
LUCIANA, idem


OBSERVAÇÃO- A idade dos filhos  variará de crianças a adolescentes, dependendo da direção da escolha de cena.
CENÁRIO- Uma sala bem simples de residência.
INDUMENTÁRIA- Roberto e Sara usarão roupas bastante simples, de gente pobre, da época atual. Os filhos entrarão com túnicas e mantos, arrumados de modo bem criativo, porém utilizando tecidos simples. Uma outra idéia é a utilização de papel crepom.

Sara entra em cena e olha para o público como se estivesse olhando para uma estrada ao longe.

VOZ DE DIOGO, de dentro - Mãe, ele já vem?
SARA- Não, ainda não. Mas fique quietinho, sim?
VOZ DE FERNANDA, de dentro-  Estou muito nervosa, mãe!... Não sei se o meu manto ficou legal...
SARA, continuando a olhar a estrada- Ai, ai, ai! Fique calma, Fernanda! Pronto, lá vem ele. Fiquem bem quietos, hein?
ROBERTO, chegando pela porta que dá para a rua, beija a esposa no rosto- Tudo bem? Mas que silêncio é este? Onde estão as crianças?
SARA, escondendo um sorriso- As crianças? Ah! Sim... Será que elas  estão dormindo?
ROBERTO, sentando-se-  Estou mesmo muito cansado. O serviço está aumentando cada vez mais na fábrica. Imagine, trabalhar em dia de sábado até esta hora!
SARA- Ainda bem que amanhã poderá descansar...
ROBERTO-  Que nada, preciso acordar cedo, pois não podemos perder a Escola Dominical.
SARA- É mesmo. E amanhã é um dia especial.
ROBERTO- Especial?
SARA- Sim, o Dia dos Pais. Esqueceu?
ROBERTO- É mesmo! (levanta-se,  preocupado) Mas as crianças estão mesmo dormindo ?...
SARA- Não. É que prepararam uma surpresa para você.
ROBERTO- Surpresa? (sem jeito) Mas que idéia...
SARA, chama- Crianças, está na hora ! (Entram todos, vestindo cada um a personagem que ensaiara)
TODOS-  É pra você, papai
                   esta representação.
                   O presente mais bonito,
                   porque vem do coração.
LUCIANA- Eu quero ser como Lídia, que, tendo aceitado Jesus, colocou sua casa e a vida a serviço do Mestre.
RODRIGO- Quero ter sempre a coragem de Paulo, que jamais deixou de anunciar as boas-novas de salvação.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

VOVÓ, ENCOMENDA DA TIA MARCINHA DA CIDADE MAR DE ESPANHA - MG

Para ver outras fotos e de outros Bonecos (fantoches) clica na caixa acima com o título: FOTOS DE BONECOS QUE FAÇO. 
                                         Altura: 1,48 a 1,50 cm

sábado, 18 de junho de 2011

História Seu Edmundo


                                                       JÚLIA E JUCA
                                             Seu Edmundo
Uso os visuais acima para contar essa história são feitos em tecido de algodão crú.

(Seu Edmundo Bravo)
Esse é o Sr Edmundo. A rua que ele morava chamava Rua do Medo, porque todas as pessoas tinham medo da cara de bravo do Sr Edmundo. Ele não gostava de crianças. Não gostava de brincadeiras, Sempre reclama do barulho que as crianças faziam. Mas Se alguma bola caía no quintal dele, ele devolvia a bola... Furada!
Ele não sai de casa. Ele vive fechado lá dentro. A casa dele está sempre fechada e parece abandonada.
(Juca e Júlia)
Nesta rua vivia dois irmãos. O Juca e a Julia. Eles eram crianças muito legais. Eles obedeciam ao papai e a mamãe. Eles brincavam de várias brincadeiras.
O Juca e a Julia tinham sempre que passar pela frente da casa do seu Edmundo. Julia como era mais nova, segurava no braço de Juca, pois tinha muito medo.
Como a rua não tinha outra saída, eles sempre tinham que passar pela frente da casa do seu Edmundo.
Se eles iam para escola… tinham que passar na frente da casa.
Se a mãe deles pedia para comprar alguma coisa no mercadinho,  tinham que passar na frente da casa.
Não tinha como fugir…e eles sempre passavam em silêncio. E Julia sempre ficava agarradinha no braço do irmão Juca. Ele também sentia medo, mas não falava para a irmã para não assustá-la ainda mais.
Um domingo eles foram para a escola dominical.
Os pais do Juca e da Julia se interessavam com o que eles aprendiam. Conversavam com os filhos em casa e com a professora também.
Naquele dia, a escola dominical tinha sido muito legal. A professora Mariana ensinou que Jesus morreu na cruz para nos salvar, e cantou uma musica muito especial, que era assim:
“Porque Deus amou o mundo
de tal maneira, que deu seu Filho.
Para que todo o que nele crê não pereça, mas
tenha a vida eterna!” João 3.16
O Juca e a Julia saíram da EBD muito felizes, cantando aquela música. Eles entenderam que Deus amava tanto eles, que entregou Jesus Cristo para morrer na cruz por eles.
Os dois estavam voltando para casa, rindo e brincando quando de repente, a Julia viu a casa do seu Edmundo. Fechou a cara na hora. Ficou triste e com medo. O Juca percebeu a mudança e disse:
_ Mana, não fica com medo.
_ Mas eu to com medo!
Daí o Juca teve uma idéia.
Ele disse:
_ Júlia, por que a gente não canta a música que a professora da escola dominical ensinou?
_ Ca-can-tar? – A Júlia e o Juca estavam próximo da frente da casa do seu Edmundo.
E o Juca disse:
_É, quando a gente tem muito medo. A gente tem que cantar daí o medo vai embora!
O Juca e a Júlia gostavam muito de cantar. Então eles começaram a cantar bem baixinho. (Cantar o versículo João 3.16)
Daí a Julia ficou um pouco mais confiante. Sorriu. E resolveram cantar um pouco mais alto. (cantar outra vez)
A Júlia pensou:
_ Já estou perto do portão do seu Edmundo daqui a pouco a gente já passa pela casa dele.
E cantaram:
Aí eles estavam na frente do portão e já havia caminhando metade do percurso faltava só mais um pouquinho pra passar logo pela casa do seu Edmundo. Então eles resolveram cantar mais alto. (cantar novamente)
De repente o portão da casa se abriu! Nhéééééééééééc – fez um barulhão. E lá de dentro saiu o seu Edmundo gritando:
_ O que vocês estão falando de mim aí?
Júlia que era pequenininha se escondeu atrás de Juca. Ficou com muito medo. Foi um susto grande. E o Juca respondeu:
_ Nós? Falando do Senhor?
E o seu Edmundo disse:
_É, eu escutei vocês cantando o meu nome. Não adianta mentir! Eu escutei.
Foi aí que Juca teve uma idéia. E cochichou no ouvido da Júlia.
A Júlia sorriu. E o seu Edmundo fez uma cara de bravo:
_ O que vocês estão falando aí?
Então, o Juca respondeu.
_Bom, Sr. Edmundo. Nós estávamos cantando uma música com seu nome.
_ Uma música?
_ È.
_ Canta aí então, eu quero ver.
Então os dois deram as mãos. A Júlia apertou a mão do irmãozinho e eles cantaram bem bonito:
(Cantar) PORQUE DEUS AMOU O “EDMUNDO”. DE TAL MANEIRA QUE DEU SEU FILHO UNIGÊNITO PARA QUE O EDMUNDO QUE NELE CRÊ NÃO PEREÇA, MAS TENHA A VIDA ETERNA.
Daí o Seu Edmundo levou um susto e disse:
_ O quê? Tem alguém que me ama? Quem? E quem é o filho de Deus? Eu quero saber mais sobre isto. Tim-tim por tim-tim.
Nesse momento Julia olhou para o seu Edmundo e saiu detrás do irmão. Ela viu que ele não era um homem tão mal, ele só não tinha amigos. Daí ela disse:
_É Jesus seu Edmundo. Jesus ama o Senhor!
O seu Edmundo sorriu. Pela primeira vez depois de tanto tempo, tinha ouvido falar sobre amor. Os olhos dele ficaram cheios de lágrima, mas ele estava feliz.
Aí o Juca e a Júlia ficaram ali falando sobre o amor de Jesus. Que Jesus é nosso amigo.
(Seu Edmundo feliz)
E o seu Edmundo ficou muito feliz. Ele até decidiu ir a igreja naquele dia mesmo, pois queria ouvir mais sobre Jesus.
O tempo passou. E todos ficaram felizes e decidiram mudar o nome daquela rua. Não poderia mais se chamar de rua do medo, pois agora o nome tinha que ser Rua do AMOR.




Se te ajudou; deixa um comentário... eu quero


 saber... por favor!!!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

CARINHAS PARA SER USADA NA HISTÒRIA DE BILA

AQUI ESTÁ O LINK DAS CARINHAS COM E SEM CABELO PARA IMPRIMIR E SER USADA NA HISTÓRIA DE "BILA UMA MENINA QUE NÂO SABIA SE COMPORTAR" Copiem, cole papel contact para maior durabilidade, recorte, monte a história e conte onde puder.

Todas as pessoas gostam e aprendem muito com essa história!!!

Por favor deixa um comentário dizendo se gostou!!!

Copiem aqui com cabelo
http://www.4shared.com/file/U4N6oBuQ/CARINHAS_DE_MENIAS_COM_CABELO.html

Copiem aqui sem cabelo para usar com lã com a que fiz. 
http://www.4shared.com/document/SIR_iO14/CARINHAS_SEM_CABELO_P_BILA.html

quinta-feira, 19 de maio de 2011

A FAMÍLIA GARRRAFA

Arranje cinco garrafas de tamanhos diferentes, preferivelmente de vidro transparente, procurando aproximar os tipos de garrafas com os membros da “família”. Leia a estória antes de caracterizar os “personagens”.

1. Papai Garrafa
Arranje uma garrafa de boa altura, fina, em cujo gargalo se colocará uma moeda ou nota meio enrolada.

2. Mamãe Garrafa
Pode ser bojuda, não muito alta, podendo ter como tampa uma panela de brinquedo ou qualquer outro objeto doméstico.

3. Florinda Garrafa
Será ideal ser representada por uma garrafa de vidro trabalhado, não muito alta, sendo colocada no alto uma flor ou um ramalhete de flores.


4. Rosa Garrafinha
De pouca altura  e pequeno diâmetro, lembrando uma “menina”. Como tampa, poderá servir um carretel (ou retrós) de da linha.


5. Zezé Garrafa Bolão
Deve ser de pouca altura, tendo como “cabeça” uma bola de plástico ou borracha.

As garrafas devem estar vazias; uma boa quantidade d’água deve estar à disposição do narrador, que deverá usa-la para encher as garrafas no momento propício.

Começa-se então, a estória, apresentando-se cada membro da família Garrafa.

Lição

Aqui está Papai Garrafa, alto, magro, sempre preocupado com os negócios. Trabalha muito – de manhã à noite – e se preocupa só em ganhar dinheiro. Os propósitos da sua vida estão resumidos em dinheiro. Podemos vê-lo ao chegar em casa à noite, cansado e nervoso. Já vem gritando com todos, sem pensar que mamãe Garrafa e os filhos também tiveram os seus afazeres e contrariedades. Negócios, dinheiro – dinheiro, negócios – esta é a única preocupação de papai Garrafa.

Olhemos agora para Mamãe Garrafa. Que vida atarefada! Cuida dos filhos, cozinha, varre e limpa a casa; não tem o mínimo de sossego durante o dia; sua maior preocupação é manter tudo na maior ordem e o mais perfeito possível; e por isso mesmo vive correndo de lá para cá; sua vida é uma roda-viva entre as coisas materiais.

E aqui está sua filha mais velha – Florinda Garrafa. É mocinha já. Os seus pensamentos são leves como uma pluma e está sempre com roupas bonitas e enfeites atraentes. Com isto a sua cabecinha está cheia, não dando lugar a estudos e coisas mais sérias. Sonha bastante, lê romance, assiste novelas, e então dá asas a sua imaginação. Não tem senso de responsabilidade; por exemplo, não sente que Mamãe Garrafa talvez esteja cansada e precisa de alguma ajuda. Florida não pode estragar o seu penteado, suas unhas, sua “toilette”.

E aqui está Rosa Garrafinha, menina de dez anos. É meiga, boazinha, estudiosa, alcançando sempre boas notas na escola. Gosta de costurar para suas “filhas” – as bonecas, e assim vive despreocupada com outros assuntos. É quieta e procura não atrapalhar os outros, mas pensa só em si, esquecendo-se que já é grande e pode ser de muito auxílio para o próximo.

Por último vem Zezé Garrafa Bolão. É um menino de sete para oito anos. É o valentão do lugar. Comanda todos os garotos, e muitas janelas já foram quebradas por causa da sua mania por futebol. Não tem consideração pelas coisas de casa, não procura poupara a Mamãe com todo o seu serviço. Geralmente está com a camisa suja ou rasgada, os sapatos cheios de lama, os cabelos em desalinho.

Toda a vizinhança conhece a família Garrafa tal qual a temos descrito. Um certo dia, porém, algo aconteceu para que tudo se transformasse. Uma pequena influiu para que todos os membros da família se tornasse completamente diferentes. Veja o que aconteceu:

Convidada por uma amiguinha, Rosa Garrafinha foi a uma aula bíblica. Lá teve a oportunidade de ouvir de Alguém chamado Jesus Cristo. Ouviu que Ele é o Filho de Deus, deixou Seu lar no Céu e veio aqui à terra para encher vidas vazias com a Água da Vida. Todos os corações, de crianças e adultos, são secos e sedentos por causa do pecado. Mas Jesus levou nossos pecados sobre si na cruz, tomando o castigo que merecíamos. Morreu, mas ao terceiro dia ressuscitou e está vivo, no Céu. Por isso, Ele agora pode nos oferecer de graça esta água preciosa. – Rosinha pensou: “É justamente isso que eu preciso!” Com um coração sincero e humilde voltou-se para Cristo, o Salvador (vá despejando água na garrafinha),  e sua vida foi transformada... em um instantinho! De vazia, sem vida, Rosa Garrafinha sentiu a Graça de Deus enchendo a sua alma em toda a sua plenitude. A costura, seu egoísmo de fazer somente o que lhe agradava – tudo isso desapareceu; e o Mestre, amigo das crianças, encheu a sua vida.
Rosa Garrafinha voltou correndo para casa.
- Mamãe – disse com o rosto todo iluminado – adivinha só o que aconteceu comigo!
- Mamãe Garrafa preparava apressadamente o jantar e nem quis prestar atenção para o que sua filha lhe dizia. Rosa, porém, continuou a seu lado, contando-lhe com alegria transbordante o que lhe acontecera.
Mamãe sentou-se. Impressionada com o testemunho de Rosinha, ouviu atentamente todas as experiências que havia tido naquela tarde e, meditando sobre a sua própria vida, sentiu-se também só, sem alegrias e necessitada de Alguém que a amparasse e tomasse conta de todo o seu ser. Lembrou-se do tempo de criança e de como havia aprendido a louva-LO; agora ali estava, arrependida de ter vivido longe dos caminhos de Deus, sem vida e sem a Água essencial à alma. Mamãe Garrafa então orou com a filha, ali mesmo na cozinha (coloque água na mamãe enquanto apresenta). Dali a instantes, era outra a atmosfera daquele lar. Até as panelas pareciam cantar junto com Mamãe e Rosa Garrafinha.
Esta auxiliou a mãe no preparo do jantar e logo tudo estava pronto.

Sete horas da noite. Chega Papai Garrafa, cansado e nervoso, pronto a responder de mau humor a quem lhe dirigir a palavra. Mas... que diferença! A mesa posta, a cozinha arrumada, Rosa em um vestido limpo e bem penteada. Mamãe com um rosto alegre e bem arrumada:

- Pronto, papai, aqui estão os seus chinelos e o jornal da tarde – disse-lhe a menina com um sorriso que o desarmou completamente.
Logo depois chega Florinda Garrafa, no momento em que a família se dirigia para a sala de jantar. Estranhou o ambiente – a calma, o sorriso nos lábios de todos – porém nada disse. “Que teria acontecido?” Pensavam papai e Florinda, muito desconfiados. Já na hora da sobremesa, aparece o Zezé Garrafa Bolão fazendo barulho, falando alto, mas... ao avistar na sala os pais e irmãs tão diferentes, ficou desarmado para continuar com sua atitude costumeira. Foi bem depressa para o quarto, aprontou-se o mais rápido possível e desceu para jantar.

Acabada a refeição, Papai não agüentou mais de curiosidade e, juntamente com Florinda e Zezé, procurou saber o que havia sucedido.
Mamãe contou então sua experiência daquela tarde. Rosa narrou também tudo quanto havia se passado com ela. Papai, Florinda e Zezé prestavam tanta atenção que pareciam querer engolir as palavras que escutavam. Depois papai (vá despejando água no Papai) com toda seriedade expôs o desejo que surgira em seu coração de se voltar para Deus, deixa tudo quanto até aquele momento havia sido a coisa essencial de sua vida.
Florinda, também, com lágrimas nos olhos reconheceu ter sido superficial, egoísta, orgulhosa (Despeje água na Florinda). Agora queria ser diferente pela graça divina.
Zezé Garrafa Bolão ouviu tudo atentamente. Uma tremenda luta se travava no seu íntimo. Queria deixar Aquele Amigo e Salvador entrar em seu coração ( derramar devagar um pouco de água em cima da bola), e por outro lado, outra força procurava persuadi-lo a conservar tudo quanto mais estimava – os jogos, o futebol, a BOLA.
Papai se rendeu; Cristo saciou sua sede espiritual com Água da Vida. Florinda, resolvida a abandonar todas as coisas passadas Abriu seu coração para que o Salvador lhe desse também daquela Água. Por fim, Zezé Garrafa Bolão, com fé tão simples de uma criança, confessou sua firme decisão (retire a bola e despeje água em Zezé Bolão) de receber de igual modo a Água da Vida Eterna.

Cristo entrou naquele lar, e a noite foi memorável para toda a família Garrafa. Todos juntos se ajoelharam e oraram, e pela graça divina aquelas vidas foram plenamente cheias da Água cuja “Fonte salta para a Vida Eterna”.

Esta é apenas uma estória extraída da imaginação de um ser humano, mas a verdade nela revelada é a de que pelo poder de Cristo Jesus podemos saciar nossas almas sedentas, porque Ele afirma: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba” (João 7.37b).

Professor:
Aqui faça o apelo, de acordo com a orientação que lhe der o Espírito Santo, através da Palavra de Deus.
Anexos


quinta-feira, 10 de março de 2011

FANTOCHES PARA Tacila Cruzeiro do SUL - Acre


Tia Tacila disse que já chegaram e estão fazendo o maoir sucesso !!!


Não ficam olhando nossa nudez... Com uma roupinha e um sapatinho ficamos liiiiindos!!!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

HISTÓRIA PARA O NATAL "A ÁRVORE AZUL"

Esta história está com os visuais preto e branco, se você copiar , colorir e quizer me enviar, ficarei muito grata, pois tenho muita dificuldade para colorir.

COPIEM AQUI O TEXTO E VISUAIS.
texto e VISUAIS ÀRVORE AZUL.rar



A todos um FELIZ NATAL E  QUE 2011 SEJA DE MUITAS BÊNÇÃOS!!!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

OBS. Se você é autor de alguma destas peças é só manifestar que dou os devidos créditos ok? PEÇA PARA O DIA DA BÍBLIA


Viajando pela Bíblia 1 - Procurando Pequenos Obreiros.

Personagens: Narradora; Maria; Cássia; Bíblia; Dona Diva
Narradora - Bem vindos! Vocês estão prestes a entrar no maravilhoso mundo da Bíblia. Este Mundo não é de mentira, como outros por aí, e vocês podem morar nele, viver nele, basta querer. Bom, vou deixar para depois as explicações de como morar no Mundo da Bíblia, pois agora vamos ver a primeira história da série Viajando pela Bíblia. Nossa primeira história tem por título "Procurando os pequenos obreiros", que conta a história... É melhor vocês verem a história... Tudo começou com a pergunta, da "perguntadeira" Maria que queria saber de tudo que lhe viesse à telha:
Cena 1 - sem cenário
Maria - Oh Cássia, como é que posso saber que a Bíblia conta a verdade?
Cássia - Por que a Bíblia nos diz que todas as escrituras são inspiradas por Deus, além do mais para tudo que acontece a Bíblia tem uma explicação.
Maria - Eu nunca ouvi nas Histórias da Bíblia crianças fazendo algo para Deus, eu acho que é porque nós somos muito pequenos e não sabemos fazer quase nada, aliás, nada.
Cássia - Uhmmmmm! É verdade... Mas há crianças que fizeram sim a obra do Senhor.
Maria - Ué... Por que eu não lembro?
Cássia - Você tem ido para a Escola Dominical e prestado atenção?
Maria - Não... He... He...

Entra a Bíblia
Bíblia - Já que você não vai buscar o conhecimento da Bíblia, eu vim aqui te trazer o conhecimento Maria.
Cássia - Como é que você entrou aqui?
Bíblia - Vamos, e não tenha medo, pois eu não vou lhe fazer mal algum.
Maria - Vamos sim, seu desconhecido... Maria segue Bíblia
Bíblia - Você não vem Cássia?
Cássia - Isso parece loucura, mas...
Fecham-se as cortinas e começa a tocar a música de fundo.

Cena 2 - Cenário: Gênesis, que consiste um lugar com folhas e alguns desenhos simulando arbustos.
Bíblia - Eis aqui o começo de tudo, o livro das Gênesis de todas as coisas.
Maria - Que legal! Mas o que a gente veio fazer aqui?
Bíblia - Dona Narradora, explica pra ela e para todo mundo o que nós viemos fazer aqui?
Narradora - Mas é claro. A aventura de Viajando pela Bíblia I será viajar pela Bíblia toda a procura de pista ou pessoas mesmo quem eram crianças e faziam a obra do Senhor.
Maria - Que legal! Vão me ensinar as coisas sem eu precisar perguntar? Mas eu posso fazer perguntas não posso?
Bíblia - Claro que pode. Estou aqui pra lhe explicar tudo sobre crianças obreiras, para que você também seja uma.
Maria - Mas como e posso fazer isso, eu sou tão pequena?
Bíblia - Essa pergunta será respondida mais à frente Maria.
Cássia - Olha, eu acho que encontrei um pista.
Bíblia - Deixe-me ver... É realmente é nossa primeira pista e diz: "A obediência". Isso quer dizer que no princípio da criação as crianças faziam a vontade do Senhor somente em obedecer aos seus pais, essa a primeira obra, a obediência.
Maria - Já vi que posso fazer a obra...
Cássia - Ta vendo resmungona. Toda vez que a mãe te pede pra fazer algo você fica resmungando e não a obedece.
Maria - Eu vou mudar...
Bíblia - Bom, já ficamos muito aqui, vamos procurar a próxima pista, para ver como as crianças podem fazer a obra do Senhor.
Fecham-se as cortinas

Cena 3 - Cenário: Deserto, desenho do Sol bem forte e as luzes quase todas acesas.
Bíblia - Chegamos ao Êxodo...
Maria - Que calor!
Cássia - Claro Maria, nós estamos no Egito.
Bíblia - Realmente, aqui é muito quente, pois a maiorias das áreas são todas desérticas.
Maria - Olha aqui! Acho que é a nossa pista.
Bíblia - Deixa-me ver?
Maria -Tó...
Bíblia - Não Maria, essa não é nossa pista, é apenas uma anotação sobre como fazer o próximo cenário.
Cássia - Onde será que tá a pista daqui.
Bíblia - Vamos Perguntar à Narradora!
Maria - Vamos...
Cássia - Hei! Espera aí, com a Narradora nós podemos falar daqui mesmo.
Bíblia - É basta falar assim: Dona Narradora onde está a nossa pista?
Narradora - Têm duas. Uma delas está comigo e a outra está atrás de uma pedra.
Bíblia - Você pode, por favor, nos dar a pista que está com a senhora?
Narradora - A pista que está comigo diz que vocês daqui passarão para o Livro de Samuel, pois do atual livro até este a pista é única: "Obediência aos pais para agradar ao Senhor". Enquanto a Narradora fala Maria pega a pista na pedra
Maria - Aqui está a outra pista.
Bíblia - Vamos ver o que diz... "A irmã de Moisés ajudando sua mãe a cuidar de Moisés". Aqui se vê que a irmã de Moisés agradava a sua mãe, logo agradava a Deus.
Cássia - Então nós temos duas pistas e duas dicas para as crianças: A Primeira diz que obedecendo aos seus pais você está obedecendo a Deus A Segunda diz que agradando os pais, agradamos a Deus.
Bíblia - Vamos como disse a Narradora para o Livro de Samuel.
Fecham-se as cortinas

Cena 4 - Cenário: Um Templo, lugar à meia luz e iluminado com velas, simbolizando a luz do templo
Bíblia - Já sei onde está a pista...
Maria - Tão rápido!?
Cássia - Deixa de resmungar Maria
Bíblia - Olhem, aqui diz: "Samuel desde pequeno servia ao Senhor como sacerdote, ensinado pelo sacerdote Eli".
Cássia - Faz sentido...
Maria - Alguém me dá uma luz por que eu ainda não entendi o que significa.
Cássia - É simples Maria, com isso nós podemos saber que não só os adultos podem pregar e ensinar nos cultos, mas se as criança e adolescente também buscarem ao Senhor podem ministrar sua palavra com fervor.
Bíblia - Isso mesmo Cássia, se você usasse essa inteligência para falar de Jesus a suas colegas de classe, você faria muito bem a obra do Senhor.
Cássia - É... É...
Maria - Já acabamos aqui, vamos procurar a próxima pista.
Bíblia - Tem razão Maria, vamos.
Fecham-se as cortinas

Cena 5 - Cenário: montanhas
Bíblia - Por mais que nós tenhamos andado, não saímos do Livro de Samuel.
Maria - Mas tudo tem um motivo de ser.
Cássia - Nosso! Finalmente você falou algo de interessante.
Maria - Mas é lógico, eu li o texto da Bíblia.
Cássia - Tinha que ser!
Bíblia - Como a Maria já falou, tudo tem um motivo de ser, se estamos aqui é para aprender algo novo.
Cássia - Achei a pista. Posso ler?
Bíblia - Claro que pode.
Cássia - "Um menino pastoreando as ovelhas de seu pai, e defendendo-as de animais perigosos".
Bíblia - Aqui vemos Davi cuidando das ovelhas de seu pai e com isso aprendeu a confiar no Senhor, sendo assim agradava ao Senhor, pois nele confiava cegamente, prova disto é que mais tarde enfrentou o gigante Golias.
Cássia - Já temos então três pistas para fazer a obra do Senhor...
Maria - Eu sei quais são. Obedecer, agradar e confiar.
Cássia - Você está aprendendo rápido Maria.
Bíblia - Vamos para a próxima pista.
Fecham-se as cortinas

Cena 6 - Cenário: Trono
Cássia - Olha ali em cima do trono.
Maria - Deixa que eu pego. É... Agora é a pista.
Bíblia - Dê-me. Bíblia pega a pista de Maria Aqui diz: "Josias reinou desde os oito anos".
Maria - Puxa! Um rei com oito anos parece até brincadeira.
Bíblia - Mas não é.
Cássia - Mas o que isso quer dizer?
Bíblia - Quer dizer que as crianças também podem decidir, desde que queiram realmente servir ao Senhor com sinceridade.
Maria - Para fazer a obra do Senhor temos que obedecer, agradar, confiar e decidir.
Cássia - Isso ta ficando complicado.
Bíblia - Não é nada difícil, pois basta ser simplesmente como Jesus.
Cássia - Ah! É básico.
Bíblia - Vamos sair dos Livros dos Reis, e vamos seguir para nossa próxima pista
Fecham-se as cortinas

Cena 7 - Cenário: Livros poéticos: um pergaminho
Bíblia - Chegamos aos Livros Sapienciais
Maria - Que livros são esses? Não sabia que na Bíblia tinha estórias de sapos.
Cássia - (rindo) Não Maria, são os livros poéticos, que trazem muitos conselhos sábio, por isso são chamados de Livros Sapienciais.
Maria - Assim está melhor.
Bíblia - Vejam aqui tem um rolo de pistas.
Cássia - Lógico, nos livros poéticos nós podemos encontra muitas informações de como fazer a obra do Senhor, mesmo sendo criança.
Maria - Qual é a primeira pista dona desconhecida?
Bíblia - Pode me chamar de Bíblia. A primeira pista diz: "Não era criança, mas deixou um belo exemplo de paciência".
Maria - Essa eu sei que é. É Jó que foi um homem muito paciente, sofreu muito, mas nunca reclamou do seu Deus.
Cássia - Ta vendo que você lembra o que aprendeu na Escola Dominical, só precisa fazer uma forcinha para lembrar.
Maria - Eu já posso falar todas as pistas que nós já encontramos?
Bíblia - Ainda não Maria porque ainda tem outras pistas.
Cássia - Leia logo as outras pistas.
Bíblia - "Ouvi o conselho do teu pai"
Cássia - Essa pista é muito clara.
Bíblia - Mas nos livros sapienciais nós encontramos ordens para os adultos também. No livro dos Provérbios capítulo 22 e versículo 6 diz : "Ensina o menino no caminho em que deve andar..."
Maria - Nós devemos ouvir os conselhos de nossos pais porque eles tem de nos ensinar a andar nos caminhos do Senhor e nós devemos obedecer.
Bíblia - Certo Maria! Muito bem. Vamos para o próximo livro ou subdivisão deles.
Maria - Como assim subdivisões.
Bíblia - Eu explico pra você no caminho, vamos... Os livros da Bíblia...
Fecha-se as cortinas

Cena 8 - Mesmo cenário
Maria - Seu Bíblia, você entende tudo da Bíblia hein!
Cássia - Parece que nós voltamos para o mesmo lugar.
Bíblia - Não. Posso sentir que nós estamos nos Livros Proféticos.
Cássia - E que pistas podemos encontrar nos Livros Proféticos que têm uma linguagem tão complicada e às vezes dura?
Bíblia - Narradora, onde está a pista daqui?
Maria - Eu já achei, está aqui.
Bíblia - Obrigada dona Narradora
Cássia - pega a pista de Maria - Aqui diz: "Sendo já homem, chorou como criança"
Bíblia - O profeta Jeremias chorou aos pés do Senhor como uma criança, isso quer dizer que o coração de uma criança é puro e para estar diante de Deus todos precisam ter um.
Maria - Que legal! Então todo mundo que faz a obra do Senhor tem que ser como uma criança.
Cássia - Logo todas as crianças podem fazer a obra do Senhor, pois seu coração é puro.
Bíblia - Mas existem mais algumas condições para que as crianças façam a obra do Senhor.
Maria - Eu pensava que não tinham restrições para isso.
Bíblia - Narradora nós podemos pular para o fim de nossa aventura.
Narradora - Não, só podem ir para os Evangelhos.
Maria - Então vamos logo.
Cássia - Vamos o mais rápido que pudermos.
Fecham-se as cortinas.

Cena 9 - Cenário: nuvens
Bíblia - Aqui iremos aprender quais a condições para que as crianças façam a obra do Senhor.
Cássia - Por que não tem pistas neste lugar? B.- Por que aqui é o último estágio da nossa viagem.
Maria - Como assim, nós não viajamos pela Bíblia toda coisíssima nenhuma, nós até pulamos algumas partes.
Bíblia - Você tem razão, mas as últimas pistas serão dadas aqui e as demais vocês procurarão sozinhas.
Cássia - Mas como?
Bíblia - Assim que sairmos daqui você saberá como fazer isso.
Cássia - Se é você quem diz...
Bíblia - Para que todas as crianças possam fazer a obra do Senhor, antes de qualquer coisa elas têm que aceitar a Jesus como seu Salvador, pois na Bíblia está escrito "todos pecaram, e precisam da glória de Deus", portanto antes de obedecer, agradar confiar, ouvir o conselho dos pais e ser humilde diante do Senhor, a criança, como qualquer pessoa tem que aceitar a Jesus, para que possam ser perdoados os seus pecados e para que se possa ir morar com Jesus no céu...
Fecha-se as cortinas.

Cena 10 - Cenário: Mesa de café da manhã
Dona Diva - Maria, Cássia o café ta pronto, vem tomar pra depois a gente ir pra casa da vovó.
Maria - Ah, mãe; a gente ta de férias, por que nós temos que acordar cedo?
Cássia - Olha Maria, ali na mesa...
Maria - A Bíblia...
Dona Diva - Que deu em vocês?
Cássia - Nós podemos continuar a procurar as pistas.
Maria - É! Vamos tomar café e depois a gente continua a nossa aventura.
Dona Diva - Vocês sonharam o mesmo sonho?
Maria - É mesmo Cássia!
Dona Diva - Posso depois saber como foi esse sonho?
Cássia - Claro mãe, quem sabe a senhora não dá uns conselhos para a gente.
Fecham-se as cortinas; Maria fica, monologando.

Maria - Quem quiser aceitar a Jesus a oportunidade será dada. Se você pensa que criança ou adolescente não pode fazer a obra do Senhor está muito enganado, pois você pode falar de Jesus aos seus amigos, colegas de classe, na condução...
Cássia - Só a voz - Vamos logo Maria.
Maria - É isso aí! Fiquem na paz!
Fecham-se as cortinas

Fim

PEÇA PARA O DIA DA BÍBLIA


BIBLIA - LIVRO DE DEUS (dramatização)

Personagens: (uma jovem, trajando longa túnica branca, no peito traz escrita a palavra FÉ); seis jovens (com vestes comuns, cada qual trazendo sua Bíblia e um cartaz), uma universitária.

Cenário: duas ou três cadeiras e uma pequena mesa. Em cima da mesa está uma Bíblia.

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Universitária - (entra lendo uma revista secular) Que artigo interessante! (continua a folhear a revista) Ah! Já ia esquecendo de que prometi à professora da Escola Dominical ler a Bíblia diariamente. (apanha a Bíblia que está na mesa, deixando em seu lugar a revista) A Bíblia será mesmo a Palavra de Deus? Sou crente, mas o professor de Ciências diz que há tanta coisa errada na Bíblia... e meus colegas vivem zombando de mim, quando afirmo que Deus criou o mundo e tudo mais. Será que eles têm razão? (senta-se, pensativa).

- (entrando) Jovem universitária, não deixes que esmoreça a tua fé. A Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus! Ela é o único guia para uma vida feliz e útil. É a luz que conduz os homens para a vida eterna. Para fortalecer tua fé, vou te apresentar seis provas de que a Bíblia é a Palavra de Deus. (estende o braço para a porta; um a um vão entrando os jovens, e se colocando ao lado da Fé)

1º jovem - A Bíblia é composta de 66 livros: 39 estão no Velho Testamento e 27 no Novo Testamento. Foi escrita por uns 40 homens, num período de mais de 1600 anos. Apesar de seus autores terem vivido em épocas diferentes, a mensagem central da Bíblia é uma só: "Deus deu o seu Filho para morrer por nós, a fim de nos salvar!" só há uma explicação para isto: os 40 autores foram homens inspirados por Deus. Este fato prova a UNIDADE da Bíblia. (levanta seu cartaz, onde se lê :UNIDADE)

2º jovem - Hoje é possível encontrar a Bíblia completa ou em porções traduzida em mais de 2.000 línguas. Nada de sua beleza e força se perdeu nessas traduções. A Bíblia adapta-se perfeitamente a todas as línguas, lugares, culturas e povos. A UNIVERSALIDADE da Bíblia prova que ela é a Palavra de Deus. (levanta seu cartaz, onde se lê: UNIVERSALIDADE).

3º jovem - Através dos séculos a Bíblia tem sido preservada. Os homens tentaram destruí-la e proibir sua leitura, todavia nem o fogo, nem a água, nem a crítica, nem o tempo, tiveram jamais o poder de exterminá-la. Ela tem resistido firmemente a todos os ataques. A PRESERVAÇÃO da Bíblia por cerca de 4.000 anos é prova de que ela é a Palavra de Deus (levanta seu cartaz, onde se lê: PRESERVAÇÃO).

4º jovem - A Bíblia é o livro mais vendido no mundo. Nunca nenhum outro livro, em todos os tempos, tem tido mais edições do que ela. As multidões jamais se cansam de lê-la e ouvir sua mensagem. Essa popularidade através dos séculos prova que a Bíblia é a Palavra de Deus (levanta seu cartaz, onde se lê: POPULARIDADE).

5º jovem - As profecias da Bíblia têm se cumprido fielmente. Basta lembrar as profecias sobre o nascimento, missão e morte de Jesus, que se cumpriram literalmente. Deus é o único que conhece o futuro. O cumprimento das profecias bíblicas é a prova de que a Bíblia é a Palavra de Deus (levanta seu cartaz - PROFECIA).

6º jovem - Deus usa a sua Palavra, a Bíblia, para transformar vidas e mudar corações. Não há um só problema da vida humana que não tenha resposta na Bíblia. Aqueles que obedecem as suas orientações, reconhecem que ela é o livro por excelência para todos os assuntos. Esse poder da Bíblia é prova de que ela é a Palavra de Deus (levanta seu cartaz - PODER).

- Estes e muitos outros fatos provam que a Bíblia é a Palavra de Deus. Firma o teu coração, jovem, nesta verdade. Ama a Bíblia e obedece aos princípios nela contidos. Serás feliz e abençoada, hoje e sempre.

(A moça universitária levanta-se, abre a Bíblia. A personagem Fé estende a mão sobre a Bíblia. Os seis jovens mantém o cartaz erguido, enquanto um outro grupo coloca-se à frente e apresenta um cântico que fala da Palavra de Deus, ou um acróstico, ou uma poesia)